sexta-feira, 12 de setembro de 2008


Ir sozinha com certeza dá muito mais medo! A primeira sala que visitei foi a da dor, e eu me senti angustiada lá dentro, passava dor de verdade! Aquele breu me deixava sufocada mas quando passei para sala do amor, parecia que a arte era o meu refúgio de toda aquela escuridão!
Ao mesmo tempo que eu sentia medo, sentia frio por causa da ausência de luz.
Depois passei para a sala de baixo! Que diferença..Tudo lá é tão bem iluminado e tão diferente da primeira parte que acho que se tivesse feito o caminho inverso teria me surpreendido mais. Era legal ver o efeito das coisas, como por exemplo enquanto andava ao redor dos livros parecia que as páginas dançavam por que umas cores escuras apareciam e desapareciam. Tudo era tão intocável que o medo agora era por preservar tudo aquilo, sem com alguma estabanação quebrars alguma coisa. Foi bacana a experiencia, não ia à esses lugares e hoje estou vendo como a arte é prazerosa.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Bienal do Graffiti


Uma Bienal com muita VOZ! Sempre que vejo essa arte tento imaginar qual a crítica que o grafiteiro pode estar fazendo!
Conhecer um mundo tão diferente do meu é muito surpreendente. Os painéis, os carros grafitados, a galera reunida dançando, TUDO é muito representativo! Muitas pessoas ainda tem preconceito à esse tipo de tribo, mas quem foi à Bienal conheceu um povo totalmente da paz, que quer fazer sua arte e se expressar da melhor maneira possível sem ser reprimido.
Pura expressão! Foi muito bacana!

Panorama De novo!!



O meu local foi a Praça Diogo Vasconcelos. Onde fica isso? tem 20 anos q eu moro em Belo Horizonte e nunca tinha ouvido falar nisso.
Essa falta de informação deve-se ao fato dela ser mais popularmente conhecida como Praça da Savassi e ganhou esse nome pela antiga padaria Savassi(da família savassi) que ficava na esquina da Rua Pernambuco com Av. Cristovão Colombo. Quando eu era mais nova era um máximo falar que iria pra savassi com as amigas e definitivamente lá( e principalmente a praça) é um ponto de encontro e reunião. É um lugar de várias tribos, e as pessoas mais "esquisitas" que já vi na minha vida encontrei enquanto tomava um sorvete no Mc'Donalds ou comendo um pastel de diamante negro no Fujiyama.
Pela pesquisa, em 2006 parte do bairro Funcionários se transformou nos bairros Savassi e Boa Viagem. Não sabia disso!
:)

domingo, 7 de setembro de 2008

Museu de arte da pampulha!






Foi ótimo ir no museu! Nunca tinha ido lá e foi muito importante conhecer uma das obras mais importantes do Niemeyer.
Thais e eu escolhemos os pontos que mais chamaram a nossa atenção:
O azulejo, o banco na parte de tras do museu, o detalhe da escada, o tapete de plantinha e o QUASE lago...
O azulejo e a escada nós escolhemos pelo efeito que deu por causa do zoom! O banco porque ele é meio avulso e solitário, mas foi muito bom ficar lá sentada enquanto comia o brownie que a mãe da Mari fez. O jardim perto do café por que pelo ângulo que a foto foi tirada parece um tapete verde. E por fim o "lago" que por mesmo estando destruido ainda está bonito por causa do jardim em volta e tambem porque quando estiver pronto vai dar um charme na entrada!
:)

Sala de Plásticaa





Colocando a mão na massa mesmo!!
Foi o máximo fazer esse trabalho, mesmo não podendo ficar o tempo todo trabalhando!!
cada um ajudou como pode!! O resultado ficou incrivel e me surpreendeu demaaais!!
Adoreeeei!! Dá até dó pensar q semestre q vem tudo isso vai ser apagado!!!
Valeu a pena!

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Para me redimir!

Um dos principais destaques, o norte-americano Steven Holl (1947), concilia suas atividades em escritórios em Nova York, EUA, e em Pequim, China, com a carreira de professor e de escritor. Em 1996, Holl ganhou o prêmio Progressive Architecture; em 1998, o National AIA Design, pela capela de Santo Inácio, em Seattle (EUA); e, no mesmo ano, recebeu a medalha Alvar Aalto. Entre seus projetos destacam-se o Museu de Arte Contemporânea Kiasma, de 1993, em Helsinque, Finlândia, e o Nelson Atkins Museum, de 1999, em Missouri, EUA.
A sua principal ferramenta de trabalho são os diagramas, gráficos, enquanto análise e simultaneamente síntese de cada projecto, mas sobretudo mentais, permitindo a investigação de conceitos e a renovação e experimentalismo constante em cada projecto. Captam, registam e abrem caminho à formalização da ideia de cada um, podendo abordar questões de luz e sombra, de leveza e de peso, referências poéticas, científicas ou individuais / sociais... Enfim...
Utilizei as fotos das seguintes obras: Hudson Yards em NY, Sliced Porosity Block na China, T- Husene na Dinamarca e Toolenburg-Zuid em Amsterdan!

terça-feira, 2 de setembro de 2008